Conheça os 10 períodos que, marcam nossas maiores crises na vida:

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Conheça os 10 períodos que, marcam nossas maiores crises na vida:


1- De 0 a 7 anos: individuação primordial, constituição do Ego e de seu domínio sobre os sentidos e as faculdades pessoais da personalidade. 


2- De 3 a 7 anos: começo da socialização e do aprendizado destinado a nos ajudar a considerar a existência das outras pessoas ao nosso redor e a compreender suas necessidades e exigências. 



3 De 7 a 14 anos: domínio dos meios internos e externos do sucesso, da comunicação e da aprendizagem dentro da estrutura protegida da infância. 

4 De 14 a 21 anos: período de teste, quando o individuo começa a enfrentar os problemas da fase adulta e inicia a constituir o fundamento de seu estilo de vida, desenvolvendo sua personalidade e tomando conhecimento do Eu. 

5- De 21 a 35 anos: inicia a conquista do mundo, a conquista do lugar para o exercício da individualidade e o exercício da máxima criatividade e liberdade pessoal. 

6- De 35 a 49 anos: é o maior período de crise. Aparentemente representa a estagnação e até a aparente inutilidade do Eu, numa crise gerada pelos questionamentos da auto-imagem e a busca de uma melhor percepção geral do mundo. 

7- De 49 a 63 anos: a melhor fase da vida, quando conseguimos integrar as realizações pessoas com a consciência desenvolvida do Eu. O individuo pode enfim saborear os frutos do trabalho físico e espiritual alcançando o equilíbrio. 

8- De 63 a 70 anos: começamos a encarar a decadência física e muitas vezes a própria morte aparece nos espreitando. Inicia um período de isolamento, de cristalização que muitas vezes leva à doença e à morte. 

9- De 70 a 77 anos: rejuvenescimento temporário, especialmente se superarmos a morte anunciada; pode marcar o inicio de novos projetos e nova exploração social. 

10- De 77 a 84 anos: afastamento da sociedade, reavaliação dos valores sociais impostos pela sociedade, recolhimento e introspecção. Mais de 84 anos, reafirmação do ego puro, isenção de regulamentos sociais, rejuvenescimento do espírito pelo espírito. 
È claro que este ciclo vital e seus períodos de crise são indicativos e nem todos os indivíduos passam por essas crises da mesma maneira. O condicionamento social modifica muito essas expectativas. Porém, ele serve como modelo geral de comportamento e pode nos ajudar a compreender porque temos crises pessoais, psicológicas, que não são decorrentes de fatos externos. 

Uma pessoa bem casada, com filhos, com um bom emprego, com conforto no lar, enfim, com tudo o que nossa sociedade determina como sendo valores de felicidade, entra em crise e não se explica o motivo. 
Essa pessoa deveria então consultar um astrólogo e este irá verificar em seu mapa natal se aquele ciclo astrológico que ele está vivenciando aparece com alguma característica extra, um aspecto planetário difícil, um carma específico de outra encarnação, etc. Desta maneira ele será orientado sobre a melhor maneira de enfrentar esse período de crise e acabará por superá-lo mais facilmente e terá certamente uma melhor qualidade de vida para continuar sua tarefa nesta encarnação. Lembre-se que o Conhecimento nos revela a única forma possível de Vida. 
O mestre Buda ensinou: 
“Você é aquilo que pensa, tendo se tornado o que pensou no passado” 
O meu mestre Ocho falou. 
A vida é tensão, ansiedade. A morte é bela. Você simplesmente entra num profundo relaxamento. Retorna novamente à fonte. A onda se erguerá outra vez, mas por enquanto ela cessou; foi para o oceano, descansar. A morte é um profundo repouso. E antes de um novo nascimento, esse repouso é necessário.


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