Atendimento terapeuta holística, via internet;

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Atendimento terapeuta holística, via internet;

Atendimento de "Terapiando com Jéssica;

Olá amigos e amigas, faço atendimento baseado nos conhecimentos da astrologia e linguagem do corpo, via skype e pessoalmente. 

O que eu preso nos atendimentos é auxiliar e ajudar você a entender a si mesmo e assim contribuir para a resolução das questões apresentadas.

Meu interesse maior é usar meus conhecimentos em beneficio do próximo. E ajudar o ser humano no seu caminho evolutivo. 

Para você que se interessou entre em contato através da página do facebook em "mensagem" ou e-mail jessyy_13@hotmail.com que será fornecido mais informação sobre o trabalho. 

Gratidão por curtir e apreciar a página. 

Abraço da amiga Jéssica.
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Jéssica dá palestras no Instituto Brasileiro de Linguagem do Corpo Cristina Cairo, e tem muitos conhecimentos milenares, para o bem de todos, ela trabalha via internet para atender á todos que necessitam de seus trabalhos...


2 comentários

exceção de minha mãe, que parecia não saber o que fazer.
O capitão olhou para meu pai quase incredulamente, querendo dizer-lhe

sem
palavras que isto não resolveria nada, mas se retirou para transmitir o

convite.
Meu pai não se sentou. Permaneceu de pé olhando o vazio, e depois

ergueu a
cabeça, como se estivesse ouvindo alguma coisa. Virou-se e estalou os

dedos, chamando
a atenção de dois guardas postados na extremidade do salão.
— Corram a casa toda, vasculhem tudo — ele disse num tom de voz suave.


Creio que estou ouvindo pássaros esvoaçando dentro de casa. Deve ser o

ar quente, há
muitas janelas abertas.
Os dois saíram e imediatamente surgiram dois outros soldados para

substituí-los.
Isto não era comum, significava que havia muitos homens de serviço.
O capitão voltou sozinho, e curvou-se novamente diante de meu pai.
— Milorde, ele manda dizer que não se exporá à luz, mas que o senhor

terá que ir
ter com ele, e que não tem tempo a perder.
Pela primeira vez eu via meu pai realmente furioso. Mesmo quando me

aplicava
castigos corporais ou a algum pajem, fazia-o com moderação. Dessa vez,

os traços finos

de seu rosto, seguros de suas proporções, transfiguraram-se na própria

imagem da cólera.
— Como ele se atreve? — sussurrou.
Não obstante, contornou a mesa e avançou, seguido de perto pelo capitão

da
guarda.
Levantei-me mais do que depressa e fui atrás dele. Ouvi minha mãe

dizer-me em
voz baixa:
— Vittorio, volte.
Mas desci as escadas atrás de meu pai, em direção ao pátio, e só me

detive
quando ele se virou e colocou a mão no meu peito.
— Fique aí, meu filho — ele disse com sua habitual tranqüilidade. — Eu

mesmo
cuido disso.
Eu estava bem posicionado, precisamente na porta da torre, e avistei no

portão,
do outro lado do pátio, à luz dos archotes, o estranho signore que não

se apresentaria sob
as luzes do salão, mas parecia não se importar com a iluminação

externa.
O enorme portão da entrada em arco estava fechado e trancado para a

noite.
Somente o portão menor, da altura de um homem, estava aberto, e era ali

que ele
permanecia, ladeado pelas chamas crepitantes dos archotes, glorioso —

assim me pareceu
—, na sua esplêndida indumentária de veludo escuro, cor de vinho.
Usava da cabeça aos pés essa cor vibrante, que dificilmente estaria na

moda, mas
em cada detalhe, desde seu gibão brocado e mangas bufantes de cetim com

listras de
veludo, a tonalidade era a mesma, como se tivesse sido cuidadosamente

tingida pelos
melhores tecelões de Florença.
Até as pedras preciosas costuradas na sua gola e as do colar que pendia

do seu
pescoço eram cor de vinho — provavelmente rubis, ou mesmo safiras.
Seu cabelo preto e farto caía-lhe nos ombros, mas não consegui ver seu

rosto,
não, de maneira alguma, pois o chapéu de veludo que usava o encobria, e

só pude
perceber de relance sua pele muito branca, o contorno de seu maxilar e

um pouco do
pescoço, já que nada mais era visível. Portava uma espada larga,

imensa, com uma bainha
antiga, e sobre os ombros, jogada com displicência, trazia uma capa do

mesmo veludo
escuro cor de vinho, bordada com o que pareceu aos meus olhos distantes

símbolos
cabalísticos dourados.
Apertei os olhos para ver melhor aquele debrum de signos, e por um

instante
julguei distinguir uma estrela e uma lua crescente reproduzidas nos

seus extravagantes
trajes, mas estava realmente muito distante.

A altura do homem era impressionante.
Meu pai parou bastante perto dele, mas, quando falou, o tom suave de

sua voz
não me permitiu ouvi-la, e do misterioso homem, que do rosto só

revelava a boca risonha e
os dentes alvos, aflorou um som incompreensível, ao mesmo tempo rude e

envolvente.

VOCES ASSINARAM O ACORDO, EM OUTRO AVATAR, AGOREA ETAMBEM ESTAO SOB A

NOSSA JURISDICACO, E NOSSA NOSSO DIREITO TERIBUTARIOS E OUTRO TATRADOS

INTERNACIOES DE DERITOS LEGAIS, PORTANTO ABREAM ENVINEM UM AGENRE

EIMIEDIAMTAMENTE AVERIHAUAR ISSESSS!!!!!!!!!

===============AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.A.AA.AA.AAAA.A..A.
RUMMEL
Mostrar menos

— Sim, sim, Vittorio, você está absolutamente certo. Em Florença, todos

fazem
Devia ser muito tarde quando um inesperado visitante foi anunciado.

Ninguém
havia se retirado do salão nobre, exceto Bartola e Matteo, que tinham

sido levados por mim
mais cedo para a cama e entregues aos cuidados de nossa velha ama,

Simonetta.
O capitão da guarda de meu pai entrou no salão, bateu os calcanhares,

curvou-se
diante de meu pai e disse:
— Milorde, um cavalheiro que aparenta ser de alta estirpe está à porta,

mas como
não quer ser recebido na claridade, pelo menos é o que diz, exige que

vá ao seu encontro.
Todos à mesa tiveram sua atenção despertada, e minha mãe ficou lívida

de cólera
e ofendida.
Ninguém jamais ousara se dirigir a meu pai naqueles termos.
Também ficou claro para mim que o capitão da guarda, bem-apessoado

veterano
de campanhas mercenárias, estava supervigilante e um tanto chocado.
Meu pai pôs-se de pé, mas não falou ou arredou do seu lugar.
— O senhor fará isso, milorde, ou devo mandar esse signore embora? —
perguntou o capitão.
— Diga-lhe que é muito bem-vindo à minha casa como meu convidado —

disse
meu pai —, que, em nome de Cristo Nosso Senhor, estendo-lhe nossa total

hospitalidade.
Sua voz pareceu ter um efeito calmante sobre todos os comensais, talvez

com a
exceção de minha mãe, que parecia não saber o que fazer.
O capitão olhou para meu pai quase incredulamente, querendo dizer-lhe

sem
palavras que isto não resolveria nada, mas se retirou para transmitir o

convite.
Meu pai não se sentou. Permaneceu de pé olhando o vazio, e depois

ergueu a
cabeça, como se estivesse ouvindo alguma coisa. Virou-se e estalou os

dedos, chamando
a atenção de dois guardas postados na extremidade do salão.
— Corram a casa toda, vasculhem tudo — ele disse num tom de voz suave.


Creio que estou ouvindo pássaros esvoaçando dentro de casa. Deve ser o

ar quente, há
muitas janelas abertas.
Os dois saíram e imediatamente surgiram dois outros soldados para

substituí-los.
Isto não era comum, significava que havia muitos homens de serviço.
O capitão voltou sozinho, e curvou-se novamente diante de meu pai.
— Milorde, ele manda dizer que não se exporá à luz, mas que o senhor

terá que ir
ter com ele, e que não tem tempo a perder.
Pela primeira vez eu via meu pai realmente furioso. Mesmo quando me

aplicava
castigos corporais ou a algum pajem, fazia-o com moderação. Dessa vez,

os traços finos

de seu rosto, seguros de suas proporções, transfiguraram-se na própria

imagem da cólera.
— Como ele se atreve? — sussurrou.
Não obstante, contornou a mesa e avançou, seguido de perto pelo capitão

da
guarda.
Levantei-me mais do que depressa e fui atrás dele. Ouvi minha mãe

dizer-me em
voz baixa:
— Vittorio, volte.
Mas desci as escadas atrás de meu pai, em direção ao pátio, e só me

detive
quando ele se virou e colocou a mão no meu peito.
— Fique aí, meu filho — ele disse com sua habitual tranqüilidade. — Eu

mesmo
cuido disso.
Eu estava bem posicionado, precisamente na porta da torre, e avistei no

portão,

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